Kátia vai
diretamente para a sala de espera. E espera até que Lua vá a chamar para poder
ver o filho. Lua não demora muito e chega.
Katia: Oi Lua!
Lua: Oi Dona Kátia!
Venha comigo!
Lua vai indo dentre
os enormes corredores, e Kátia logo atrás. A menina não queria deixar que sua
própria sogra não visse o filho nesse estado que ele está. Arthur já estava
melhorando rapidamente. Não se passaram muito tempo do acidente até aquele
certo momento. Iria fazer apenas 1 mês e meio que Arthur estava em coma. Era
preocupante para qualquer familiar ou pessoa que veja o menino nesse estado. Há
pessoas que não aguentam e morrem, há outras que são fortemente o suficiente
para conseguir enfrentar isso e conseguir seguir sua vida a diante. Podemos se
dizer que Arthur era um homem de sorte. Tinha a sorte ao seu lado. Pois com
aquele tiro poderia ter feito ele morrer na hora. Ou pelo ponto que poderá ter
acertado, ele quase fica paraplégico. Uma coisa que não seria muito bom. Ele
poderia ficar com depressão devido as coisas que poderia acontecer. Mas a vida
dele já estava bom o suficiente para poder mexer com ela. Era como se estivesse
começando tudo de novo. Como uma nova vida.
Kátia: Filho! (fala
abraçando o filho que estava quase sentado na maca)
Arthur: Oi mãe!
(fala e abraça a mãe fortemente)
Kátia: Sabia que
você poderia ter morrido. Você não deveria ter feito isso.
Arthur: E deixar a
mulher da minha vida morrer por mim. Nunca!
Clara: E eu papai?
(interrompe perguntando)
Arthur: Por você
também minha linda! (fala rindo para a filha)
Kátia: Eu sei
quanto seu amor é enorme pela Lua. (dá uma parada e olha para a pequena) E pela
Clara. Mas você tem que entender que isso custaria a sua vida!
Arthur: Melhor a
minha do que das pessoas que eu amo!
Katia: Meu filho!
Tente por na cabeça. A vida não é feita de escolhas rápidas, é feita de
planejamentos. Não é feita de impulsos e sim de atitudes.
Arthur: Minha
escolha não foi rápida, foi decisiva. E não foi um impulso foi uma atitude.
Kátia: Meu filho!
Me entenda! A essa hora você poderia estar morto.
Arthur: Poderia.
Mas não estou!
Kátia: Graças a
Deus!
Arthur: Mãe! O que
importa é que eu estou bem e estou ao lado das pessoas mais importantes da
minha vida.
Kátia abraça o
filho chorando e entende que aquilo foi uma atitude louca, mas morreria as
coisas mais preciosas da vida do filho. E se caso elas morressem, Arthur não
teria mais uma vida.
A vida dele já
estava predestinada com um ponto de exclamação. Com um grande ponto de
exclamação. A vida dele só importaria se as pessoas com quem ele viveu um
grande tempo, grande parte de seus dias, meses e até anos. Estivesse bem.
Após alguns minutos
o médico chega no quarto. Tirando a concentração que todos estavam ali, que
estavam com uma certa alegria da volta de consciência de Arthur.
Médico: Dona Lua!
Lua: Sim!
Médico: Tem umas
pessoas querendo a ver.
Lua sai do quarto e
vai em direção a sala de espera e vê quem estava a esperar naquela enorme sala.
Sophia, Mel, Chay, Mica, Maria Claudia, Billy Jr., Frank e Felipe. Todos
estavam ali, com presentes, com ursos. Estavam ali, para fazer uma surpresa
para Arthur, para saber como ele estava.
Lua: Nossa! O que é
tudo isso?!
Sophia: É para o
Arthur!
Lua: Vocês querem
ir na sala agora ?!
Mel: Se possível!
Lua: Ok! Me sigam.
Todos vão logo
atrás de Lua, vão sem fazer barulho, sem falar, nem rir. Só apenas olhar um
para o outro e seguir em frente. Ao chegar no quarto Arthur não percebe o que
esta acontecendo.
Arthur: O que foi
linda?!
Lua: Tem algumas
pessoas querendo te ver.
Arthur: Quem?
Lua: Entrem!
Entram
primeiramente. Sophia, Mel, Chay e Mica. Logo atrás chega Felipe, Frank, Billy
Jr., e Maria Claudia.
CONTINUA...




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