Após alguns minutos
a vã da ambulância chega no hospital. Arthur e levado rapidamente para a sala
de cirurgia, para poder tirar a bala que nele estava. Lua e Clara ficam na sala
de espera. Após alguns segundos de tanto silêncio a pequena fala com a mãe.
Clara: Mamãe! O que
vai acontecer com o papai? (fala mexendo nos cabelo da mãe)
Lua: Minha linda!
Seu pai está machucado e precisa de um tempo.
Clara: Ele caiu!
Lua: Sim meu amor!
(finge para que a pequena não se assuste)
Lua e Clara ficam
ali, naquela sala, uma abraçada a outra. Ninguém conseguira tirar elas dali.
Podiam tirar a Clara, mas Lua não sairia dali por nada. Só se Arthur
melhorasse. E nada disso se resolvia. Tempos se passavam, medos, aflições
vinham a mente. E nada para fazer com que tudo isso acabasse e voltasse ao
normal. Que voltasse a ser como era antes. Aquele clima amoroso que eles
tinham. Aquela paz que na casa onde ficavam reinava. Um vida tranquila e cheia
de felicidades, de harmonia, de desejos, vontades e muito mais.
Após algum tempo de
espera, Lua vê o médico vindo em sua direção.
Médico: Lua Blanco
Aguiar?(pergunta apontando para Lua)
Lua: Sim! Como está
meu marido? Ele está bem? Eu quero ver ele!
Médico: Bom! ...
(dá uma parada nas palavras) Ele está em coma e talvez fique assim por um
tempo! Talvez ele não volte a... (é interrompido)
Lua: Não volte?
Como? (pergunta chorando)
Médico: Devido a o
ponto onde a bala acertou, ele pode ter um grande risco de morte.
Clara: Mamãe! O
papai vai morrer? (Clara pergunta com lágrimas nos olhos)
Lua pega Clara no
colo e abraça a pequena fortemente. Ninguém conseguira sentir a raiva e a ira
de aquilo estar acontecendo logo com ela. Ninguém conseguira saber o que Lua
estava sentindo, estava querendo fazer. E aquele momento foi micando mais tenso.
Mais impulsivo para que Lua vá rapidamente para o quarto ver o amado. Mais
havia seguranças para todos os lados e não dava para que ela pudesse fazer
isso, se quer tentar.
Médico: Me
desculpe! (fala saindo do local)
E elas ficam ali,
por um bom e longo tempo. Tempo em que não queria estar. Lua queria estar em
casa, preparando a comida, enquanto Arthur chegava do trabalho e a beijava.
Clara saindo correndo em direção aos braços de Arthur. Um imaginação fértil. Uma
imaginação que ela queria estar.
Clara: Mamãe! (a
pequena fala levantando o rosto da mãe)
Lua: Oi! Meu amor!
(fala com um voz baixa e com lágrimas nos olhos)
Clara: Nã-Não fica
assim! O papai vai melhorar!
Lua: Tomara minha
linda! Tomara!
CONTINUA...



Aí meu Deus posta mais pro favor e faça com que o Arthur melhore rápido
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