E naquele corredor
imenso ficam eles com aquela raiva voraz que os continham. Ninguém para fazer
com que eles ficassem calmos. Para fazer com que eles se sentissem mais
seguros. Só a presença de um alguém, da pequena, poderia fazer com que eles se
sentissem mais aliviados pela dor e pela falta que sentiam. Podemos se dizer
que a raiva e a frustração ali existia. Ninguém pudera dizer que não estavam
nervosos. Sentia-se pelo tom de voz como falavam, como agiam.
Lua: Eu quero minha
filha! (fala abraçando Arthur fortemente contra seu corpo)
Arthur: Eu também meu
amor! Eu também! (fala beijando a testa franzida da amada)
Delegado: Temos que
montar um plano.
Arthur: Que tipo de
plano?
Delegado: A Lua irá
até o ponto que o sequestrador marcara. Lua avisará que esta sozinha...(é
interrompido)
Sophia: E vai ser
mentira pois vocês estarão escondidos.
Delegado: Isso
mesmo!
Arthur: Mais eles
saberão que vocês iram com ela.
Delegado: Seremos
mais espertos que eles.
Eles conversam por
um bom tempo, tempo de tristeza, tempo de tensão, de preocupação com a pequena.
Ninguém saberá o que se passava com ela. O que as pessoas que tinham a
sequestrado poderiam fazer. Ninguém saberá de nada. Só dúvidas e mais dúvidas vinham
a mente.
Delegado: Agora
basta esperar chegar a mensagem de onde irão se encontrar.
Eles continuam ali,
em meio ao corredor, alguns abraçados e outros tensos. Ninguém conseguirá se
conter de tanta aflição, de tanta inquietação. Após alguns minutos chega outra
mensagem.
“Me encontre amanhã
as 5:00 horas na rua atrás da fabrica abandonada. Ass: Desconhecido”
Lua fica aflita e
não sabe o que fazer. Não sabe como agir diante daquela situação. Naquela
vontade de rever a filha o mais rápido possível.
Lua: E agora! O que
eu vou fazer ?
Delegado: Colocaremos
um rastreador em você. Sua missão e colocar esse rastreador no sequestrador.
Pois se ele tentar fugir vamos saber onde ele está.
CONTINUA...



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