Sophia fica
desconfiada de Lua, sabendo que a amiga estava escondendo algo dela. Ninguém saberá
o que era, mais logo, logo iriam saber. Lua não sabia se se preocupava ou se
sentia aliviada. Pois não tinha nada a suspeitar, não tinha nada a dizer, pois
não existia nada ainda. Não sabemos se existirá, se não existirá. Só podemos
dizer que surpresas podem acontecer, podem mudar a rotina, a vida de cada uma
deles. E elas talvez possa virar a cabeça deles completamente de cabeça para
baixo.
[No restaurante]
Os meninos
conversam e conversam, logo entram os nomes, os climas e as sensações de
desejos e de vontades.
Chay: Nossa aquela
moreninha! A tal de Mel! Meu Deus! Ela é uma deusa.
Micael: Nossa a
loirinha! Aquilo que é princesa!
Chay: Percebe-se!
Só usa rosa.
Micael: Háhá! Muito
engraçado!
Chay: Eai Arthur!
De quem você gostou?
Arthur: Hã? Não
entendi! (fala desfarçando)
Chay: Não! Eu estou
falando com a mulher do papa.
Micael: Eu não
sabia que papa podia ter mulher.
Chay: Aaah! Você
entendeu!
Arthur: Caramba gente!
Me deixa em paz! (Arthur fala se levantando e indo ao banheiro)
Ao chegar o
banheiro, Arthur liga a torneira e deixa a água caindo enquanto ficava a se
olhar no espelho. Após algum tempo Arthur lembra da cena, lembra do esbarrão
que tinha acontecido a pouco tempo.
CONTINUA...
Ficou pequeno... Estava sem criatividade e não sai muito bom quando estou sem criatividade... Beijos!



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