Entre trocas
de olhares, Lua e Arthur ali ficaram, ao lado de Chay e Sophia.
De repente Lua
recebe uma ligação.
Lua: Alô.
Maria Claudia:
Oi Filha! Só liguei para avisar que eu e seu pai vamos passar a noite aqui no
hospital com seu irmão. Amanhã a tarde voltamos.
Lua: Ok!
Lua desliga o
telefone.
Arthur: Quem
era Lua ?
Lua: Minha
mãe.
Sophia: O que
ela queria ?
Lua: Ela falou
que ela e meu pai vão passar a noite no hospital com o Feh.
Arthur a olha
com um olhar malicioso, com uma vontade de devora-la com aquele olhar
penetrante que dentro de Lua já estava.
Chay: Nossa!
Que fome de Leão. Vamos almoçar ?
Arthur, Lua e
Sophia: Sim.
Eles foram á
um restaurante próximo, entraram, pediram o que queria, e enquanto a comida não
chegava, eles conversavam.
Alguns minutos
depois a comida chega, eles comem . Depois que comem, pagam a conta e se
separam.
Chay e Sophia
vão para o cinema. Já Lua vai para casa junto com Arthur.
Lua vai tomar
banho, enquanto Arthur espera sentado na cama. Quando Lua sai somente de
toalha, e com roupas intimas. Ela vê Arthur a olhar por inteiro.
Arthur: Por
que você está assim ?
Lua: Eu
esqueci de pegar minha roupa.
Arthur: Vem
aqui. (ele a chama e a puxa pelo braço)
Ele a beija,
um beijo que a cada minuto mais ficava intenso, começava a ficar ofegante, eles
se apertam mais um no outro, a cada vez mais. O beijo deixava os dois mais
próximos, mais ligados. De repente Lua vai soltando lentamente a toalha, que
logo cai ao chão. Eles continuam a se perder no beijo, que o traziam um para
dentro do outro, começavam a conhecer, a descobrir coisas novas, partes que
nunca haviam sido descobertas por ninguém. Lua desabotoa a camisa de Arthur,
quando a tira joga perto da porta, depois tenta tirar a calça dele, mas só
consegue até a metade. Arthur continua a beijando e a ajuda com a calça, que
logo cai ao chão. Eles ficam só de roupas intimas, que foram retiradas após várias
caricias e vários carinhos. E lá vão eles, levados pelo instinto e pelo consumo
da vontade. Nos tantos olhares e desejos que estavam, nos tantos beijos que
ali, havia sido entregues um ao outro, e no prazer que por fim passaram, foram
ficando cansados, ficando suados. De muitos prazeres que acabaram de passar, na
intensidade que acabaram de viver. Foram ficando sonolentos.
Arthur deita
do lado de Lua. Que logo apoia a cabeça no peito de Arthur.
Arthur: Eu te
amo.
Lua: Eu te amo
mais.
Arthur: Não
mais que eu.
Eles riem.
Lua: Banho.
Lua se enrola
no lençol, que próximo dela já estava. Ela olha para trás e convida Arthur com
um olhar. Eles tomam banho juntos e depois voltam para a cama. Lua deita
novamente no peito de Arthur, e dorme depois de algum tempo. Arthur fica a
olhando por um grande tempo, mais logo depois dorme.
Ne um sono que
a vontade do instinto já adormecia, que o desejo de cada um já tinha sido
feito, que pela alma que os carrega, pelo vento que brotava na madrugada e pela
sede de ter um para o outro que os consumia a cada segundo mais. No sentimento
que haviam passado, na força que os levavam um para dentro do outro, que no
amor que os fortalece.
Na manhã
seguinte acordaram. Lua abre lentamente os olhos e vê Arthur acordado a
olhando, naquele momento, sorrisos que ainda saiam deles, brotavam pela linda e
bela manhã.
Arthur: Bom
dia! Linda!
Lua: Bom dia!
Continua...
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vc escreve mto bem parabens......
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